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Retomada do setor de petróleo e gás movimenta mercado imobiliário em Macaé

Responsável pela extração de 80% do petróleo brasileiro e 47% da produção de gás natural do país, a cidade de Macaé recebeu o merecido título de “Capital Nacional do Petróleo”. Sua localização estratégica junto às grandes reservas petrolíferas offshore do Brasil, como da Bacia de Campos, atraiu a instalação de empresas como Petrobras, Schlumberger, Halliburton e NOV que tornaram-se vetores do desenvolvimento da cidade.

Porém, este crescimento enfrentou turbulências entre os anos de 2014 e 2015. A crise no setor petrolífero causou uma fuga de capitais e da indústria do município, colocando um freio em seu desenvolvimento econômico. Mas este cenário está mudando e Macaé voltou ao mapa de interesse de empresas e investidores com a retomada do setor de petróleo e gás. Como consequência, a procura por imóveis corporativos e industriais na cidade tem aumentado.

O sucesso da 14ª e 15ª rodadas de leilões da Agência Nacional do Petróleo demonstram claramente o potencial de retomada do desenvolvimento do setor petrolífero e da cidade. A arrecadação na última rodada foi superior a R$ 8 bilhões, dos quais R$ 7,5 bilhões correspondem à Bacia de Campos, que margeia Macaé. Outro fator a ser considerado é a escalada de preço do barril de petróleo, que voltou ao patamar de US$ 80/bbl. Na prática, isso significa mais royalties e investimentos no setor. Para termos um parâmetro deste crescimento, os royalties pagos no Brasil nos primeiros cinco meses de 2017 somaram R$6,4 bilhões e no mesmo período em 2018 resultaram em R$8,0 bilhões, ou seja, um aumento de 25%.

Mudanças regulatórias estimularam o setor

Algumas ações impulsionaram a retomada do setor como o estabelecimento do calendário plurianual de rodadas e os aprimoramentos regulatórios realizados pela ANP e pelo Governo. Dentre eles, destacam-se a lei que desobrigou a Petrobras de ser operadora em todos os blocos de exploração do pré-sal, com uma participação mínima de 30%; a alteração nas regras de conteúdo local, através da redução nos percentuais exigidos, facilitando o investimento estrangeiro; e a redução de royalties para até 5% sobre a produção incremental gerada por novos planos de investimentos nas prorrogações dos prazos de vigência dos contratos existentes.

Quando avaliam-se os investimentos diretos no setor, as expectativas de desenvolvimento para Macaé são boas. Ao ampliar a análise para incluir outros setores, como as companhias de suporte, engenharia, serviços, hotelaria e startups, elas são ainda melhores. Muitas empresas já indicam interesse em se instalar na cidade e participar deste novo ciclo de crescimento desde o seu início.

Atlântico Office: a melhor opção corporativa

Neste contexto existem oportunidades únicas como o Atlântico Office, considerado o melhor edifício corporativo da Região dos Lagos. Sua estrutura oferece excelente localização, conforto e segurança para os ocupantes, características às quais somam-se suas elevadas especificações técnicas. São sete pavimentos, sendo seis andares-tipo e uma cobertura, apresentando espaços no térreo para lojas e mezanino com áreas flexíveis. A laje otimizada possui cerca de 850 m², piso elevado, forro modular, luminárias instaladas e excelente acabamento. O imóvel apresenta ainda controle de acesso, CFTV, ar-condicionado central, sistema de prevenção de incêndio e garagem com capacidade mínima de 114 vagas, além de um heliponto homologado.

O entorno do Atlântico Office, localizado na Avenida Rui Barbosa 2.390, há uma infraestrutura completa de serviços, incluindo shopping, restaurantes, comércio em geral e transporte público na via. Para saber mais sobre o Atlântico Office entre em contato com a CBRE pelo telefone (21) 2543-4345 ou acesse www.cbre.com.br

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