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TRX Day, em São Paulo, discutiu o futuro do mercado imobiliário brasileiro.

TRX Day São Paulo reuniu empresas como Artesia, Brookfield e CBRE para falar sobre oportunidades e desafios do novo contexto econômico para o setor

Na última quinta-feira, dia 22/06, a TRX, que desenvolve, adquire e financia ativos reais por meio da gestão de produtos de investimento, realizou a 10ª edição do TRX Day São Paulo. O painel principal do evento se propôs a discutir as oportunidades e desafios do novo contexto econômico no mercado brasileiro. Com a presença de José Alves (Vice-presidente TRX), Marcelo Lima (Partner da Artesia), Roberto Perroni (CEO da Brookfield) e Walter Cardoso (CEO da CBRE), a conversa mostrou um olhar mais positivo para o futuro desse segmento.

O evento teve cobertura de diversas mídias, como o jornal Valor Econômico que publicou em sua página um panorama contendo depoimentos de Walter Cardoso e Roberto Perroni. Confira clicando aqui.

O Estadão também marcou presença, através da pauta do jornalista Circe Bonatelli. Veja abaixo um trecho da matéria:

MERCADO DE IMÓVEIS CORPORATIVOS MANTÉM TRAJETÓRIA DE RECUPERAÇÃO, EMBORA RITMO SEJA INCERTO

O mercado de imóveis comerciais, como prédios corporativos e galpões logísticos, já passou pelo pior momento em termos de queda nos preços de locação e quantidade de espaços vagos. Entretanto, a nova crise política detonada pelas delações de executivos da JBS contra o presidente Michel Temer, no mês passado, voltou a gerar incertezas sobre o ritmo de andamento das reformas trabalhista e previdenciária – muito esperadas pela classe empresarial – e tende a adiar as perspectivas de recuperação no setor imobiliário, na visão de executivos do ramo.



O presidente da consultoria imobiliária CBRE, Walter Cardoso, concordou com a avaliação de que o País mantém o rumo de recuperação, embora o ritmo tenha perdido força com a crise. “Os tropeços políticos atrapalham”, comentou. Ele apontou, porém, que o mercado de imóveis corporativos mostra um desempenho bem melhor em 2017 do que em 2016, quando a depressão dos aluguéis e a quantidade de espaços não alugados chegaram ao pico.

O presidente da CBRE analisou ainda que o mercado de prédios comerciais tende a entrar em um novo ciclo, que será marcado pela recuperação dos valores dos aluguéis e pela baixa oferta de novos empreendimentos. Isso porque há falta de terrenos disponíveis para novos projetos nas regiões mais nobres de São Paulo, como Faria Lima, Bernini e Paulista, além de restrições impostas pelo Plano Diretor, cuja validade é de dez anos. “O próximo ciclo será de baixa oferta”, pontuou.

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